domingo, 17 de junho de 2012
Nota ao público
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Chega.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Stronger
http://www.youtube.com/watch?v=PstrAfoMKlc
domingo, 11 de março de 2012
P.S.

sábado, 10 de março de 2012
Dos desabafos presos na garganta
sábado, 25 de fevereiro de 2012
O fechar das cortinas
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
...
"Quem esquece o passado está destinado a repeti-lo."
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O peso do mundo em minhas costas
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Isso também vai passar
domingo, 1 de janeiro de 2012
Tirando a Armadura
Fiquei pensando ontem, último dia do ano, em como foi o meu ano. Porque como ele terminou foi ótimo, a última semana do ano se resumiu em como eu queria que tivesse sido o ano todo. Mas a vida nem sempre são flores né? Voltando ao meu pensamento inicial que me fez querer escrever: como eu teorizo as coisas. Sim, tudo. Mary pode testemunhar. A gente até já criou um CSI Salvador, porque gente(!) nunca vi coisa igual. E porque resolvi refletir sobre isso, escrever e compartilhar? Porque me vejo hoje uma mulher madura, mas que deixei de viver algumas coisas, de dizer algumas coisas e de ouvir também, porque racionalizei demais em determinadas situações. Não uma ou duas, mas muitas. E hoje conversei com Mary exatamente sobre isso: falar o que você tiver que falar. Não para machucar, mas para você se libertar de algo que te incomoda, que angustia. No meu caso, preciso pensar menos, racionalizar menos sobre tudo e viver mais. Os temores são os mesmos: medo de ser sincera, de confiar nas pessoas, de vir a sofrer. Mas às vezes o sofrimento é inevitável, ele serve até para amadurecermos e cabe a nós não esquecermos a situação que levou a esse sofrimento para evitarmos de passar por isso novamente no futuro. E acabei lendo um texto de Arthur da Távola chamado Amor Bonito, que fala sobre fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Ele é bem direcionado para relacionamentos, mas se você for parecido (a) comigo pode divanear para vários aspectos de sua vida.
E o que concluí depois de pensar, pensar, pensar? Desarmar-me. Como dizia uma amigo meu: “Vou tirar minha armadura”.
Pri.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Mais do mesmo
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Medicada

It must have been good but I lost it somehow
Eu cansei de falar. Na verdade, não é cansar a palavra certa, já que só contei pra quatro ou cinco garotinhas o sentimento do mundo. É não ter forças para. Porque de que vai adiantar? Fico com pena das pessoas por estarem com as mãos amarradas e fico com pena de mim mesmo quando me vejo pelos olhos delas.
Tem um post meu mais antigo (Bobo da corte) que falo que queria vir pra Brasília pra ser feliz todo dia, em vez de ser feliz esporadicamente, em alguma festa, cachaça ou viagem louca. Que tinha cansado de sorrisos gigantes e lembranças memoráveis, queria era paz de espírito diário. E hoje olho pro lado e vejo que não consegui nada do que esperava. Pelo contrário, até. Não deito na cama e durmo sem pensar besteiras, como imaginava. Afundo minha cabeça no travesseiro e choro a vida toda, tudo que eu poderia ser e nunca serei, tudo que eu poderia ter e nunca mais terei. Fiz uma troca injusta, tão injusta. Só perdi o que eu já tinha. E não era mais o que eu queria, mas era algo. Difícil é não ter nada, nem de vez em quando. Nada.
Me pergunto incansavelmente por que a vida me deu isso. Se vai ser sempre assim, essa sensação de não ter NINGUÉM ali por você, de não ter ninguém no mundo que faria tudo por você e te daria tudo. Alias, nem é tudo. Só quero o mínimo. Só quero alguém que queira que eu esteja lá, que goste de me ter como responsabilidade. Não por obrigação, não por pena, não por falta de coragem de me dizer não. Que realmente queira, me queira.
É todo dia escutando frases que nunca achei que ia escutar, sejam elas ditas na cara, sejam escutadas sem querer, sejam faladas por atos. Gente que ofereceu ajuda por anos e, veja bem, quando eu finalmente preciso, cadê? Abismo. Gente que abre a boca pra dizer pros outros que faria tudo que estivesse a seu alcance e, olha só, me nega o básico.
Vontade de ir embora, pra qualquer lugar, pra lugar nenhum, me entende? Porque você em algum momento senta na cama e observa o nada. Percebe que vai ser sempre assim e você nunca, nunca vai conseguir o que precisava. Dez anos procurando, em cada canto, em cada lugar E não existe mais, foi embora junto. E eu quero ir também.
É demais para mim. É muita decepção, por muito tempo, em muitas direções, com tanta força. Eu não aguento mais.